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06 julho 2008

Manifestante “decapita” Hitler

Na abertura do museu Madame Tussauds de Berlim, este sábado, um cidadão alemão de 41 anos rompeu a segurança e conseguiu arrancar a cabeça à estátua de cera que representa Adolf Hitler. A polícia deteve de imediato o homem, que não ofereceu resistência. O manifestante é acusado de agressão e dano à propriedade. Antes da abertura, várias organizações tinham criticado a presença da figura na exposição.

A estátua mostra Hitler nos últimos dias da sua vida, de semblante carregado, quando os aliados estavam já às portas de Berlim e a derrota era iminente. O cenário escolhido para representar o ditador deve-se ao impedimento legal, vigente no país, de exibir símbolos nazis ou exaltar o período. A peça estava, inclusivamente, posicionada de modo a impedir os visitantes de tirar fotografias ao seu lado.

Em resposta aos muitos críticos, que consideraram inadequada a presença de uma estátua de Hitler, Natalie Ruoss, porta-voz do museu, tinha declarado que a figura era uma forma de “representar a história alemã”, alegando que seria “difícil para nós excluí-lo”. Depois do incidente, a porta-voz não esclareceu se a peça, avaliada em 200 mil euros, voltaria a integrar a exposição.

28 março 2008

Mais uma acha na fogueira...

As autoridades holandesas decidiram não aumentar o alerta anti-terrorista para o nível máximo. A medida tinha sido ponderada, no seguimento da divulgação, na Internet, de uma curta-metragem com um conteúdo acentuadamente anti-islâmico. O filme é da autoria do Geert Wilders, um deputado da extrema-direita que classifica o Al Corão como um livro “fascista”, equivalente ao “Mein Kampf” de Adolf Hitler.


Nos 15 minutos de “Fitna”, Wilders procura demonstrar que o Livro Sagrado dos muçulmanos incita à violência e promove o ódio contra as outras religiões. O seu conteúdo baseia-se em imagens de atentados recentes, intercaladas com depoimentos de radicais islâmicos que defendem a Jihad com recurso a versículos do Al Corão. Alguns países muçulmanos já fizeram declarações de indignação, tendo o Egipto e o Irão ameaçado boicotar economicamente a Holanda. Apesar do apelo à calma, lançado pelas organizações islâmicas holandesas, receia-se uma onda de contestação, por parte de grupos mais radicais.


http://www.themoviefitna.com/